Muitas pranchas e aplicativos de CAA estão cheios de pedidos, mas têm pouco espaço para a recusa. Neste artigo, falamos sobre por que o não é uma das palavras mais poderosas da comunicação, como ensiná-lo com carinho e o que fazer quando ele aparece nos momentos menos convenientes.
Ninguém aprende uma língua sem ouvir outras pessoas usando essa língua. Na CAA é igual: quem usa pranchas ou aplicativos precisa ver a gente se comunicando com eles. Conheça a modelagem, uma das estratégias mais importantes para apoiar a comunicação, e veja como começar hoje mesmo.
Muitas vezes, só quem convive todo dia sabe usar a CAA da criança ou do adulto. Mas comunicação é vínculo, e os avós, tios e primos também fazem parte dessa história. Veja como apresentar a CAA à família estendida com carinho, paciência e sem sobrecarregar ninguém.
A CAA não termina quando a escola acaba. Neste artigo falamos sobre vocabulário para o trabalho, preparação de entrevistas, ajustes razoáveis no ambiente profissional e o que colegas e gestores podem fazer para que a pessoa que usa CAA participe de verdade — com voz, com tempo e com autonomia.
Muita gente que usa CAA passa o dia respondendo perguntas dos outros e quase nunca tem a chance de fazer as suas. Neste artigo, falamos sobre por que perguntar importa tanto, quais palavras colocar na prancha, como modelar perguntas no dia a dia e o que fazer quando a pergunta finalmente chega.
Muitos adolescentes que usam CAA seguem com um vocabulário montado na infância: bichinhos, brinquedos, frases de criança pequena. Mas quem cresce quer falar de música, de amizade, de vergonha, de vontade de ficar sozinho. Este texto traz caminhos práticos para fazer a prancha crescer junto com a pessoa.
A pergunta “como foi seu dia?” costuma terminar em silêncio para quem usa Comunicação Aumentativa e Alternativa — não por falta de vontade de contar, mas por falta de ferramentas e de contexto compartilhado. Reunimos estratégias simples para transformar a volta pra casa em conversa de verdade.
Português e espanhol na fronteira, japonês com os avós, árabe na cozinha, Libras na sala. Quando a CAA entra em cena, muitas famílias ouvem que precisam escolher uma única língua. Mostramos por que isso não se sustenta e como organizar a comunicação sem apagar a história de ninguém.
Muita gente acredita que primeiro vem a prancha com símbolos e, só depois, as letras. Mas o alfabeto é a chave que abre a comunicação ilimitada: com ele, a pessoa pode dizer qualquer palavra, inclusive as que ninguém programou. Veja como incluir letras na CAA desde cedo, com carinho e sem pressa.
Muita gente imagina que usar CAA significa abandonar gestos ou vocalizações. Na prática, acontece o contrário: a comunicação humana é multimodal por natureza. Neste artigo, explicamos o que isso significa, por que nenhuma forma de se expressar precisa ser eliminada e como apoiar, no dia a dia, todos os caminhos que a pessoa usa para dizer o que quer.
Antes de escolher pranchas, vocabulário ou dispositivo, existe uma decisão que muda tudo: acreditar que aquela pessoa tem o que dizer. Neste artigo, explicamos o que é presumir competência na Comunicação Aumentativa e Alternativa e como transformar esse princípio em atitudes concretas do dia a dia.
Escolher o vocabulário e o aplicativo é metade do caminho. A outra metade é como a pessoa alcança os símbolos: com o dedo, com a mão inteira, com um acionador, com o olhar ou com a ajuda de um parceiro. Um guia acolhedor sobre formas de acesso na CAA e sobre os pequenos ajustes que destravam a comunicação.